Composição na prática: House MD

Acho que já comentei que presto 90% de atenção na fotografia de filmes/seriados e 10% na história. Assistir o último episódio de uma das séries que acompanho me inspirou a escrever mais sobre isso. Vídeos são fotografias que se movem então prestar atenção em como uma cena é composta é uma ótima forma de melhorar nosso olhar fotográfico!

Vou começar falando sobre composição (depois uso outras séries e filmes para falar sobre outras técnicas!) usando como base um episódio de House MD.

Regra dos terços

Uma das regras de composição mais usadas no cinema é a Regra dos Terços – isso porque é a regra mais básica e que traz os resultados mais atraentes em basicamente todas as situações! A partir do momento que começamos a prestar atenção na Fotografia dos filmes começamos a ver a regra em todo lugar. E sim, é porque ela é tão boa que pode/precisa ser usada o tempo todo. 90% da composição de cena de filmes e séries é baseada nessa regra, sem dúvidas.

tercos-2tercos-3

Mesmo sendo usada o tempo inteiro a Regra dos Terços não cansa a visão. É a forma mais natural de ver uma cena e por isso o telespectador comum (não é o caso meu e seu rs…) acha bonito mas não sabe direito o motivo. Diferente da…

Simetria

A simetria dá força às cenas. Fotos assim também transmitem uma sensação de “isso foi muito bem pensado!”

simetria-1

Porém ela é facilmente notada e por isso não é utilizada o tempo inteiro: pode cansar quem está vendo.  Ao contrário da Regra dos Terços a simetria não é imperceptível pelo olho destreinado. É fácil notar o cuidado da composição ao ver uma cena simétrica. Isso deixa fotos bonitas, mas não pode ser usado o tempo todo.

Espaço negativo

O Espaço Negativo é utilizado muito e é fácil de notar isso nas cenas com pessoas (rostos.) Esse espaço serve para que exista um pedaço da imagem neutro – deixando a aparência equilibrada. Quando falamos de filmes essa técnica também ajuda a posicionar personagens. Quando falamos de foto é muito comum deixar o retratado olhando para o espaço negativo, criando assim uma área para ele “observar” dentro da foto. A quebra dessa regra também cria bons retratos – é só saber quando usar.

espaco-negativo-1espaco-negativo-2Como podem ver um bom seriado – além de uma história bacana – se destaca pelo cuidado na hora de compor as cenas. Não é incrível como é tudo bem pensado para que fique lindo de ver? Eu não consigo deixar de prestar atenção nas composições quando estou assistindo qualquer coisa… rs… você também costuma prestar atenção nisso ou eu que estou exagerando na visão fotográfica? =)

Via: http://www.dicasdefotografia.com.br/composicao-na-pratica-house-md

Como os fotógrafos criaram o Rock and Roll

festivalConcerto da banda Mudhoney, Washington, 1991 (Charles Peterson)

frankzappaFrank Zappa, Nova York, 1967 (Jerry Schatzberb)

johnnycashJohnny Cash (Jim Marshall)

littlerichLittle Richard, São Francisco, 1969 (Baron Wolman)

pavementPavement, Reading (Inglaterra), 1995 (Danny Clinch)

ramonesThe Ramones, Nova York, 1976 (Roberta Bayley)

rem1REM, Athens, Georgia, 1984 (Laura Levine)

theclash2The Clash (Pennie Smith)

Artigo de Claire O’Neill na NPR (National Public Radio)

Johnny Cash mostra o dedo do meio para a câmera. John Lennon usa uma camiseta estampando “New York City” no terraço de um prédio. Kurt Cobain puxa o cabelo e chora atrás do palco. Na capa do disco “London Calling”, Paul Simonon, da banda The Clash, levanta seu contrabaixo no palco para quebrá-lo.

Estas são imagens icônicas que criaram a nossa visão do rock. Nós conhecemos os roqueiros, mas quem fez as fotos?

Jim Marshall, Bob Gruen, Ian Tilton e Pennie Smith são os seus nomes, respectivamente. Eles são quatro dos mais de cem fotógrafos mostrados em um novo livro: “Quem fotografou o Rock & Roll: Uma história fotográfica, de 1955 até hoje” (Who Shot Rock & Roll: A Photographic History, 1955 to the Present). De um rebolativo Elvis em 1955 direto para o cabelão da Amy Winehouse – do início do pop rock à Invasão Britânica, do punk ao New Wave – o livro cobre não só alguns dos momentos mais icônicos, como também as histórias por trás deles.

O gênero musical evoluiu dramaticamente desde Elvis, assim como o gênero fotográfico. No começo, existiam muito poucos fotógrafos de rock. E os poucos que existiam, não tinham nenhum problema em ir aos shows e fotografar toda a performance dos artistas. Hoje, um fotógrafo tem sorte se conseguir uma credencial para um show e mais sorte ainda se puder fotografar mais de uma música. Ian Tilton explica por e-mail:

“Quando eu fotografava as grandes turnês nos anos 80 e no início dos 90, nós podíamos fotografar o show inteiro. Aí, no meio dos anos 90, alguém disse: ‘Você só pode fazer as três primeiras músicas.’ Agora, as três primeiras músicas não representam nada – a banda ainda está entrando no clima do show; eles ainda nem estão suados! E é isso que a fotografia do grande rock and roll ao vivo precisa: atmosfera, suor e a banda ‘se perdendo na música’. Isso nunca vai acontecer no início do show. É sempre quase no final! Você acha que eu ia conseguir fazer essas fotos clássicas do Kurt Cobain quebrando a guitarra nas três primeiras músicas?”

Escrito pelo historiador fotográfico Gail Buckland, o livro é um dos primeiros a contar a história do rock ‘n’ roll com ênfase naqueles que construíram a sua imagem. O que seria o rock sem aquela foto da capa de “Freewellin’ Bob Dylan” ou aquela do Elton John “plantando bananeira” sobre o piano? A fotografia não criou o rock, mas certamente ajudou a criar a nossa visão dele.

As fotos do livro serão expostas no Brooklin Museum, em Nova York, de 30 de outubro a 31 de janeiro.

VIA: dafoto

Como montar um portfolio sem ter clientes

portfolio2

Um profissional, de qualquer área de atuação que for, precisa ter um bom portfolio para apresentar a seus potenciais clientes e, também, aos atuais clientes que o queiram ver por algo motivo. Montar um portfolio é tarefa que, depois de iniciada, não termina jamais, pois a tendência é continuar desenvolvendo projetos e incrementando a “carteira de jobs” que se tem.

Há alguns dias, quando escrevi o artigo sobre fechamento de contratos e designs para web, surgiu a dúvida do leitor Nu sobre a situação de ainda não se ter um portfolio para mostragem dos trabalhos e pinta a indicação de um trabalho. Realmente é uma situação delicada e, pensando melhor sobre o assunto, resolvi escrever este artigo.

Sobre “portfolio”

Para começar, comunico que sou de acordo com o que escreveu Luiz Gonçalves, em seu artigo “Portfolio, portifólio e portfólio… qual a grafia correta?“, onde explica que, no caso de brasileiros, o mais conveniente é optar pelo uso da grafia “portfolio“, em detrimento a “portifólio” e “portfólio“.

Penso que um dos primeiros passos para fazer as coisas corretamente é estabelecer quais as terminologias você vai usar e, acompanhando opiniões sérias e estudos feitos sobre os assuntos de sua área de atuação, escolher as que julga pertinentes. É o caso para “portfolio”.

Algumas considerações sobre portfolio

Ter um portfolio serve, primariamente, para mostrar a clientes o que você já fez e como anda sua evolução de sua qualidade de trabalho – comparando trabalhos passados com projetos mais recentes -; o portfólio tem o objetivo de mostrar a qualidade de seu trabalho e se você se adapta às tendências de sua área de atuação.

Através de seu portfolio os clientes poderão avaliar seu trabalho, como é seu estilo, se você é capaz de “se adaptar”, se sabe contextualizar seus trabalhos às necessidades de cada cliente. O portfólio serve para mostrar do que você é capaz.

Como começar um portfolio

Ter um portfolio é de extrema importância para começar a conquistar novos clientes. Afinal, como bem disse Wellington Carrion, em seu artigo “Portfólio, inimigo ou aliado?“,

É complicado avaliar um profissional que não possui um portfólio. Como você avalia um professor de web que não possui sites de sua autoria? Será que um cliente aceitaria fazer um site com alguém que não tem o que mostrar? Você contrataria um pedreiro para trabalhar em sua casa sem referências? (sic)

Concordo plenamente com os dizeres mas, antes de discutir sobre estas questões, o importante é ter trabalhos prontos; é ter conteúdo de qualidade para se colocar no portfolio!

Essa é uma questão complicada porque, erroneamente, você pode pensar que acontece um “looping infinito”: não se consegue um cliente porque não se tem um portfolio; mas não se tem um portfolio porque não se consegue um cliente… Saiba de uma coisa, colega: as coisas não são bem assim. ;-)

Se você não tem algo, crie! Sempre foi assim com as invenções do mundo e vai continuar sendo! Sempre que alguém queria alguma coisa e essa “coisa” não existia, esse “alguém” a criava – e é assim até hoje. O mesmo se aplica para o caso dos portfolios: se você não tem um portfolio, crie um!

Algumas sugestões para se criar um portfolio, mesmo sem ter “clientes oficiais”:

  • Faça hot sites de eventos/acontecimentos da escola/faculdade onde estuda, festas de família, ocasiões com os amigos, etc. Fazer um hot site para eventos deste tipo é ótima atividade, que todos vão gostar e que serve de treino para os trabalhos profissionais;
  • Faça sites para pequenos negócios de amigos, parentes e conhecidos. Fazer um site para a padaria do seu tio-avô ou algumas páginas para a vendinha de seu primo é uma boa maneira de acrescentar alguns trabalhos ao portfolio. Pode parecer um tanto anti-ético não cobrar nada pelo serviço; mas estas dicas são para aqueles que ainda não são profissionais do ramo e, por isso, na verdade não têm um “código de ética” a seguir (na verdade, nem existe um código de ética formal para desenvolvedores web…);
  • Sites de fã-clubes que você faça parte. A Daniele Viana, em seu artigo “Portfolio – Técnicas, dicas e exemplos de criação“, faz esta bela sugestão de criar sites de fã-clubes dos quais você ou um amigo faça parte. Além de contar mais um job pra você, com certeza todos os envolvidos vão se divertir muito no desenvolvimento;
  • Web sites de casamentos, noivados, etc. Casamentos, noivados e bodas de seus familiares podem ser ótimas oportunidades para você fazer mais trabalhos. Dê o site como presente para os “pombinhos” que eles vão adorar!
  • Desenvolva sites para ONGs e instituições de caridade. Este é um “clássico” entre os desenvolvedores, de fazer web sites para ONGs, instituições de caridade, entidades filantrópicas e afins. Além de você desenvolver ainda mais suas habilidades de web developer / web designer, conta mais um job em seu portfolio e você ainda o desenvolvimento de uma causa nobre (teoricamente).

Considerações finais sobre ter um portfolio sem ter clientes

As sugestões sobre como iniciar um portfolio sem ter “clientes oficiais” não se limitam a isso; na verdade, a limitação é de sua mente ilimitada! Entendeu? ;-)

Começar a fazer trabalhos para terceiros não é tão difícil como parece; o mais importante é se manter atualizado em seu ramo de atuação e evoluir suas técnicas de desenvolvimento para tornar-se uma referência no que faz, seja em sua cidade, no seu país ou no mundo!

Depois de ter alguns projetos no portfolio – o número exato é uma questão controvertida, mas, pessoalmente, acredito que algo em torno de 10 sites está de bom tamanho – é hora de buscar os clientes “de verdade”, rumo à iniciação de sua carreira profissional no desenvolvimento web.

Então, quando fizer os (hot) sites para seus amigos, colegas, parentes, etc, divirta-se no processo, mas leve a sério! Afinal, são estes os primeiros trabalhos que você terá em seu portfolio e, tenha certeza, os clientes os levarão a sério no momento de decidir uma contratação, ou não. Faça o melhor que puder!

autor: Tárcio Zemel
fonte: http://www.desenvolvimentoparaweb.com

Firmorama

Conheça o Estúdio Firmorama de Santa Catarina

Trabalhos lindos:

firmo01

firmo02

firmo03

Tipos de papel

Re-postagem do antigo artigo sobre tipos de papel (que eu devo ter perdido). Vou explicar um pouco sobre os tipos de papéis mais populares e suas características principais.

Em caso de dúvidas quanto a que tipos de papéis utilizar em determinados trabalhos, sugiro que verifique diretamente com uma papelaria especializada (não estas de esquina, pois eles geralmente não sabem nada). Quanto a onde comprar, você pode verificar os melhores preços em papéis no Buscapé.

  • Acetinado – melhor impressão de tipos e ilustração.
  • Apergaminhado – qualidade superior, imita o pergaminho.
  • Bouffant – leve, fofo e áspero, utilizado para impressões de livros.
  • Bristol – cartão de boa qualidade, utilizado para cartões de visita, convites, etc.
  • Bíblia – ou também Papel-da-Índia, opaco, extremamente fino e resistente, utilizado em bíblias e obras muito grandes para diminuir o volume.
  • Super Bond – semelhante ao apergaminhado, produzido em azul, verde, rosa, canário e outro. Usado para escrita, envelopes, segunda via de talão e encartes.
  • Couchê gessado – papel brilhante muito próprio para impressão de textos, apesar de ser muito lúcido e incomodar a visão.
  • Couchê mate – ou couchê fosco, um pouco mais barato que o comum e com menos brilho, facilitando a leitura.
  • Couchê monolúcido – possui acabamento gessado em apenas uma das faces, com a outra fosca. Utilizando em cartazes.
  • Offset – junto com o couchê é o mais utilizado, texturas fosca, uso freqüente em livros.
  • Monolúcidos – liso em apenas uma das faces, muito utilizados em cartazes e em folhetos de uma só face.
  • Jornal – papel de baixa qualidade, deve ser usado em apenas rotativas de jornal.
  • Imprensa – é um papel jornal melhorado, apresenta alguns problemas na impressão em policromia, mais utilizado em folhetos de baixíssimo custo.
  • Kraft – muito resistente, usado para embrulhos e sacos (exemplo: embalagem de Sucrilhos).
  • Vergé – textura fosca com uma trama formada por pequenos sulcos, branco ou cores pastéis. Causa sobriedade e diferenciação ao projeto, mas é muito utilizado.
  • H.D. (Heavy Duty) – possui certo grau de resistência à tração. Utilizado para embrulhos, confetes, serpentinas, etc.
  • Seda – papel macio utilizado em guardanapos e revestimento de produtos durante o empacotamento.
  • Papel-da-China – fabricado com a casca do bambu, aspecto sujo, mas macio e brilhante, usado em tiragem de gravuras.
  • Papel japonês – ou papel-de-arroz, branco ou pouco amarelado, sedoso, espesso, transparente, frágil, utilizado em gravuras.
  • Pergaminho – faz lembrar o pergaminho, frequentemente utilizado para capas de volumes.
  • “Papel Moeda” – É uma amálgama de papéis diferentes. Ou seja, são papéis diferentes que são combinadas para fazer um só (neste caso, para fazer o papel usado no dinheiro). E, antes que você pergunte, esse tipo de papel você não encontra em lugar nenhum para comprar. Os motivos são óbvios.
  • Se você quiser comprar algum tipo de papel especial, sugiro que dê uma pesquisada em sites como o Buscapé.

    Original: por Kryscia Dinon

Autodesk SketchBook para iPhone/iPod Touch

01sb

Se o Photoshop para iPhone te decepcionou, que tal tentar seus traços com esta versão da Autodesk do seu aplicativo SketchBook. Ao contrário do Photoshop Mobile, o SketchBook tem suporte a layers, ajuste de pincéis e aerógrafo, além de um color picker. A versão completa do app dá suporte a customização de brushes entre outros. Pra quem ilustra é um prato cheio. Ao aplicativo tem uma versão grátis e uma paga.

Etiquetas Retrô

vintage_labels_01vintage_labels_02vintage_labels_03vintage_labels_05

Montagens engraçadas feitas com photoshop

Um talentoso designer conhecido como Azrainman, fez várias montagens com photoshop engraçadas. Esta é uma das maneiras de usar este software. As montagens podem serem feitas com uma grande variedade de temas como: esportes, política, entretenimento e outros. Suas manipulações são criativas e cada uma delas expressa um conceito dado. As opiniões que podem ser interpretadas a partir das imagens não são necessariamente as deste blog. Para ver mais clique aqui.

1002724613_473bc85c30_o-500x745

1322308374_317f763085_o-500x750

2224027236_2d7555dff3_o-464x800

3542831974_b7a69b54cc_b-499x800

Via: http://colunas.epoca.globo.com/fazcaber/2009/10/22/montagens-engracadas-feitas-com-photoshop/

Psicologia das Cores

Pantone1A escolha das cores é fundamental para uma boa harmonia dos elementos de um site. Ela pode enfatizar textos, imagens e caracterizar especialmente os elementos da página.

A cor exerce influência decisiva nos olhos dos seres humanos, afeta a atividade muscular, mental e nervosa. A combinação das cores afeta o psicológico e pode tornar um ponto importante no interesse do público em seu site.

A combinação certa pode causar efeitos como de excitação, urgência, contentamento, calma, vulgaridade, melancolia, segurança etc., e ainda destacar algum elemento em relação a outro.

Na Web a seleção de uma cor é um pouco complicada, pois é impossível garantir que uma determinada cor irá se apresentar no monitor do usuário como ela realmente é, ou seja, como a que o designer colocou.

Isto acontece devido ao fato de cada monitor ter uma especificação diferente, uns podem trabalhar com mais vermelho, ser mais brilhante, ter mais contraste e etc., e ainda cada um pode estar configurado com uma determinada resolução como 640×480 pixels, 800×600 pixels e assim por diante.

A combinação desses fatores é que irá determinar a fidelidade e a reprodução de cores e a qualidade das imagens.

Abaixo você poderá visualizar algumas sensações “psicológicas” conhecidas:

As cores e os efeitos psicológicos

Sensações visuais + significado:

- Branco – pureza
- Preto – negativo
- Cinza – tristeza
- Vermelho – calor, dinamismo
- Rosa – graça, ternura
- Azul – pureza, fé

Sensações Acromáticas

Branco: inocência, paz, divindade, calma, harmonia, para os orientais pode significar morte, batismo, casamento, cisne, lírio, neve, ordem, simplicidade, limpeza, bem, pureza.

Preto: sujeira, sombra, carvão, fumaça, miséria, pessimismo, melancolia, nobreza, seriedade. É expressivo e angustiante ao mesmo tempo. Alegre quando combinado com outras cores.

Cinza: pó, chuva, neblina, tédio, tristeza, velhice, passado, seriedade. Posição intermediária entre luz e sombra.

Sensações Cromáticas

Vermelho: guerra, sol, fogo, atenção, mulher, conquista, coragem, furor, vigor, glória, ira, emoção, paixão, emoção, ação, agressividade, perigo, dinamismo, baixeza, energia, revolta, calor, violência.

Laranja: prazer, êxtase, dureza, euforia, outono, aurora, festa, luminosidade, tentação, senso de humor. Flamejar do fogo.

Amarelo: egoísmo, ciúmes, inveja, prazer, conforto, alerta, esperança, flores grandes, verão, limão, calor da luz solar, iluminação, alerta, euforia.

Verde: umidade, frescor, bosque, mar, verão, adolescência, bem-estar, paz, saúde (medicina), esperança, liberdade, paz repousante. Pode desencadear paixões.

Azul: frio, mar, céu, horizonte, feminilidade, espaço, intelectualidade, paz, serenidade, fidelidade, confiança, harmonia, afeto, amizade, amor, viagem, verdade, advertência.

Roxo: fantasia, mistério, egoísmo, espiritualidade, noite, aurora, sonho, igreja, justiça, misticismo, delicadeza, calma.

Marrom: cordialidade, comportamento nobre, pensar, melancolia, terra, lama, outono, doença, desconforto, pesar, vigor.

Púrpura: violência, furto, miséria, engano, calma, dignidade, estima.

Violeta: calma, dignidade, estima, valor, miséria, roubo, afetividade, miséria, calma, violência, agressão, poder sonífero.

Vermelho-alaranjado: sexualidade, agressão, competição, operacionalidade, desejo, excetabilidade, dominação.

A escolha da cor sofre influência da moda, das tendências e da decisão do designer.

Harmonia e Contraste

Espaços em branco podem ser definidos como áreas que não contenham textos, imagens ou qualquer outro elemento gráfico. Saber balancear o conteúdo e o espaço em branco em um site é a chave para manter a harmonia dos elementos dentro da página e prender a atenção do usuário.

A conseqüência da má utilização desse recurso é não ter um bom equilíbrio, assim os olhos ficam confusos pois não existirá uma progressão visual para o internauta seguir e conseqüentemente ele perderá o interesse pela página.

O que pode ser feito para que isto não aconteça é seguir as recomendações de alguns “gurus” em design:

“Não coloque o máximo de informações dentro de uma página”.

“Os espaços vazios reforçam a unidade de grupos, harmonizam as áreas, aumentam o contraste e facilitam a visualização e leitura”.

Em geral as cores claras e quentes elevam e expandem, por isso, no passado era comum casas com o teto pintado de azul e paredes amarelas, a sensação que passava era de mais espaço. Por exemplo, nunca se deve pintar um teto de preto ou roxo, essas cores passariam a sensação de opressão e clausura.

Visibilidade

Amarelo e Azul são as cores que melhor se lêem a distância

O contraste preto-amarelo se vê desde mais longe

O contraste preto-branco tem um valor neutro

O contraste vermelho-verde é o que menos se percebe

Em geral os elementos gráficos escuros sobre fundo claro se percebem melhor que o contrário

Fonte: http://www.mxstudio.com.br/

http://kraudio.com.br/home/post/60-cores-ii-psicologia-das-cores-.html

Um código para daltónicos

O Daltonismo é uma alteração congénita, associada ao cromossoma X, que resulta numa incapacidade para distinguir algumas cores. Existem diferentes tipos de daltonismo (dicromacia, tricromacia anómala e monocromacia), deficiência que afectam cerca de 10% da população masculina mundial. Do ponto de vista funcional, os indivíduos com esta deficiência podem encontrar-se privados de realizar algumas tarefas, ou viverem situações de risco, quando estas dependerem fortemente da leitura das cores.

Motivado por este problema, o designer Miguel Neiva, no âmbito da sua dissertação de mestrado, realizada na Universidade do Minho, desenvolveu um código de símbolos (que ambiciona que seja universal), para comunicar a cor aos daltónicos. O código gráfico, designado “color add”, é monocromático e assenta nos conceitos de desdobramento da cores. Para o efeito, foram desenvolvidas formas geométricas básicas, que estão associadas ás cores primárias (azul/cyan; vermelho/magenta; amarelo). A estas 3 formas básicas foram acrescentadas mais duas, que representam o branco e o preto.

formasFigura 1. Formas geométricas, base do código

A ideia é conjugar estas formas, numa metáfora alusiva à mistura das cores na paleta de pintura, para obter a cor desejada (neste caso, o código da cor).

cdigo

Figura 2. Exemplo do processo de codificação, através da conjugação das formas geométricas básicas

cores_desdobramentoFigura 3. Codificação de algumas cores, incluindo variações de claro e escuro

Depois de aprendida a lógica, ou memorizado o código, o indivíduo daltónico poderá identificar as cores dos produtos, desde que estejam devidamente codificados.

Neiva apresenta-nos, no site dedicado ao projecto, diversas situações onde o código poderia ser aplicado, desde etiquetas de roupa, material escolar e didáctico, material informativo (ex. transportes), entre outros.aplicaoFigura 4. Exemplo de aplicação do “coloradd” no diagrama das linhas do Metro do Porto

Considero este projecto muito interessante e pertinente. Contudo, tal como tem ocorrido com diversos códigos, cujos resultados estão bem documentados na literatura, poderão existir algumas dificuldades de aprendizagem e uso do mesmo. Não tenho informação sobre se e como o “coloradd” foi testado, ou validado, nem quais os eventuais resultados obtidos. Mas o estudo mais profundo deste código, sua aplicação e impacto é, certamente, um trabalho muito interessante a ser feito…

Parabéns ao autor!
Saber mais sobre este projecto no coloradd.net

VIA: http://design-ergonomia.blogspot.com/2009/10/color-add-um-codigo-para-daltonicos.html

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.